Millôr Fernandes já dizia que a “Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim”, mas e quando quero usar algo seu ou você algo de meu, mas ambos sem pedir permissão? Colocamos à prova o embate do que é direito, do que é lei, do que é “jeitinho” ou do que é o “correto” dentro da complexidade do mercado brasileiro de estratégia e conteúdo para o digital.

Neuromarketing ainda é uma área relativamente nova que estuda como nosso cérebro responde ao marketing e como isso afeta nosso comportamento, seja consciente ou inconscientemente e com certeza ainda teremos milhares de outras descobertas e aperfeiçoamentos no decorrer dos anos – principalmente agora que há a possibilidade de um erro anular 15 anos de estudos!

“Levou 20 anos para conseguir o sucesso do dia para noite”

A frase foi de um comediante americano da década de 1900, Eddie Cantor, que pode ser facilmente utilizado também pelo CEO da Niantic, Inc, John Hanke. A empresa, que um dia foi uma das várias startups de laboratório do Google, acaba de lançar seu novo game chamado Pokémon GO… Mas antes de explicar de modo simples, aqui vou abordar o que aconteceu de mais importante do lançamento até agora e o impacto real que um (nada) simples app de game em nosso trabalho.

Há tempos tenho uma teoria na minha cabeça, de que estamos prestes a passar por um novo “Woodstock” e resolvi compartilhar um pouco deste devaneio aqui. Não falo no sentido de festa, liberdade, “rebeldia adolescente”, hipsters e tudo mais, mas sim pelo espírito de mudança, pelo sinal de “basta” e a vontade de curar ou melhorar uma sociedade doente, com uma cultura cancerígena, em todos os sentidos.

Quando o papo é influenciador digital, muito já foi dito sobre o papel dessa figura e há algum tempo. Usar uma pessoa para comunicar um produto ou serviço não é exatamente uma novidade da comunicação, não é?

No caso específico do meio digital, nossa guru Bia Granja falou muito bem sobre a definição e o papel de influenciadores em um listão de 45 itens na página do YouPix no Medium cujos pontos básicos eu recapitulo aqui, quase como um resumão da Folha – se é que ele ainda existe…