Deixe de lado os fantasmas e peças conceito que nunca poderiam de fato rolar na vida real. Também não é sobre ter virais, grandes plataformas de user generated content, webséries, ações para ongs defendendo alguma causa ou qualquer outro formato ou cliente específico. O que vamos falar aqui é de uma necessidade que até o Google já reconheceu e que o Brasil ainda tem muito que avançar. Precisamos conversar sobre o valor de projetos paralelos para o mercado criativo.